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Posso tomar fluoxetina amamentando?

O ato de amamentar após o nascimento de um bebê é algo muito importante na vida de qualquer mãe e filho. A partir da amamentação cria-se um laço entre ambos que se mostra pertinente para o resto da vida.

Além do leite produzido naturalmente pelo corpo da mulher, outras substâncias chegam ao organismo do recém-nascido através da amamentação. Por conta disso, alguns medicamentos, como a fluoxetina, devem ser ministrados com cautela e, muitas vezes, evitado, para  não ser prejudicial à criança.

O que é a Fluoxetina?

O Fluoxetina é um medicamento utilizado para tratamentos de quadros de depressão, por ser considerado um antidepressivo, uma vez que tem como função inibir os seletivos da recaptamento da serotonina.

Posso tomar fluoxetina amamentando?

Posso tomar fluoxetina amamentando? Imagem:divulgação

Seu uso é indicado, além para o tratamento de depressão em quadros moderados e graves, para tratamento de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), transtorno alimentar, ansiedade e transtorno de pânico. Este medicamento é bastante utilizado, principalmente pelas mulheres. Acredita-se que, no Brasil, houve um crescimento de 44% em seu uso ente os anos de 2005 e 2009.

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Fluoxetina e amamentação

Como a maioria das pessoas que utilizam o medicamento está entre as mulheres, é comum que aquelas que estão em fase de amamentação de seu filho utilizem o medicamento ou, pelo menos, utilizavam antes de engravidar.

Além disso, muitas mães passam por momento de estresse e depressão pós-parto, sendo necessário o uso de algum remédio para reverter o quadro. Por isso, muito se discute se é possível ou não tomar Fluoxetina durante o ato de amamentar e se isso causaria ou não problemas ao bebê.

Fluoxetina e amamentação

Fluoxetina e amamentação. Imagem:divulgação

É fato que muitas mulheres utilizam, sim, Fluoxetina durante a amamentação. Mas é fato também que, em alguns casos, pode ser prejudicial. Tudo porque o uso de antidepressivo, seja na gravidez ou posterior a isso, pode causar má-formação do feto, assim como alterar o peso e desenvolvimento da criança até depois de nascida.

O problema aqui é que muitas mulheres se encontram em quadros de depressão durante e depois da gravidez e não ministrar o remédio pode ser bastante prejudicial para ela, aumentando as tendências suicidas ou até mesmo que seu quadro piore e ela chegue a rejeitar o bebê ou fazer coisas que também afetam diretamente o desenvolvimento dele, como não se alimentar direito ou recurar as consultas necessárias.

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Sintoma da depressão na gravidez

Já que ela existe neste período, é preciso ficar atenta aos sintomas que, muitas vezes, pode passar despercebido por conta das altas taxas de hormônios e período de grande mudança no corpo. São eles o cansaço e fadiga em excesso, crises de choro, falta de vontade ou desânimo a coisas relacionadas à gravidez e à criança, entre outros.

Por conta disso, o uso de antidepressivos como Fluoxetina não devem ficar restritos ao uso de gestantes ou mulheres em fase de amamentação. Mas devem ser feitos com cautela e acompanhamento de um médico para evitar qualquer risco para corpo e saúde da mãe e do bebê.

Sintoma da depressão na gravidez

Sintoma da depressão na gravidez. Imagem:divulgação

Muitas mulheres já utilizaram o medicamento e não encontrara nenhum problema, porém, outras já enfrentaram dificuldades após o uso do mesmo, ou seja, é preciso ficar de olho.

Tanto a saúde do bebê quanto a da mãe são importantes e merecem cuidado. A qualquer sinal de quadro clínico de depressão ou qualquer outro tipo de transtorno, não pense duas vezes antes de procurar o seu médico de confiança ou especialista na área.

Ele saberá como conduzir o tratamento e prezará não só pelo seu bem-estar, mas também de seu filho. Saiba que cada caso é um caso e tratar o seu baseado em outras pessoas não devem ser feito. Por isso, fale com quem entende do assunto antes de qualquer atitude.

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